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CATI

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Origem, compromissos, rede de atuação, imobilizações táticas e métodos de formação apresentados no site de origem.

2016-08-14

Conteúdo do site de origem, com redação atualizada e informações históricas preservadas. Menções a instituições, resultados, cargos e períodos permanecem vinculadas ao contexto da fonte; consulte também os documentos relacionados no acervo.

Sobre o CATI

O CATI — Centro Avançado em Técnicas de Imobilização nasceu com o objetivo de tornar mais seguro e eficiente o dia a dia dos profissionais de segurança.

Seus principais compromissos e motivações são:

  • preservar a vida;
  • respeitar os direitos humanos;
  • trabalhar em equipe; e
  • atuar com eficácia na manutenção da segurança.

O relato institucional do site de origem apresenta o CATI — Treinamento Policial como uma das poucas empresas no mundo que realizam treinamentos corpo a corpo com policiais. Também afirma que a eficácia de suas técnicas se demonstra no trabalho de departamentos de polícia do Brasil, dos Estados Unidos, da Europa e de outros países cujos profissionais receberam essa formação.

Esse relato descreve acesso exclusivo a equipes SWAT — Special Weapons and Tactics, ou Armas e Táticas Especiais — e à DEA, nos Estados Unidos, apresentada no original como uma agência policial federal americana. Registra, ainda, treinamentos de urgência para soldados americanos que seguiriam para o Afeganistão. Essas informações permanecem atribuídas à narrativa histórica do site de origem.

Com o lema “treinar para vencer”, o texto registra a aprovação dos alunos, que consideravam as técnicas do CATI entre as melhores e mais realistas que haviam aprendido. A reflexão sobre os métodos destaca que o desenvolvimento físico exige treino intenso. Seja o preparo físico ou mental, a orientação é treinar corretamente, com dedicação e constância, para vencer. E lembrar: quanto mais suor derramado em treinamento, menos sangue será derramado em batalha.

A rede internacional descrita no original alcançava o Texas, nos Estados Unidos, além de França, Portugal, Uruguai, Equador e Paraguai. Na época desse relato, a sede se encontrava em Vitória, no Espírito Santo, e as atividades se estendiam pelo Brasil, com um sistema voltado a alcançar cada região da federação. Os cursos eram realizados no país e no exterior, com apoio de parceiros, fornecedores e bases especializadas.

A primeira base de treinamento foi construída na Serra, no Espírito Santo, com cenários que reproduziam situações do cotidiano e de risco policial. O histórico também registra uma sede nos Estados Unidos e um escritório em Lisboa, Portugal.

Entre as formações descritas estão técnicas originais de imobilização tática gravadas em nome do CATI, conteúdos desenvolvidos em parceria com equipes SWAT e forças policiais brasileiras, como o BOPE da Polícia Militar do Rio de Janeiro, além da participação de policiais da América do Sul e da Europa.

O treinamento de imobilizações táticas

Segundo o texto institucional original, as aulas de imobilização tática ofereceram aos profissionais de segurança pública possibilidades de controlar infratores sem agressão física, reduzir sua exposição ao risco e proteger vítimas enquanto a violência ocorria. Essa finalidade é apresentada como um objetivo fundamental do CATI. O relato descreve a eficiência dessas técnicas em abordagens de pessoas sob efeito de drogas ou com distúrbios mentais que reagiam à prisão, em resgates de reféns e em outras situações de risco.

O texto contrasta esses métodos com a atuação agressiva que, segundo o relato, era antes frequente. Apresenta os cursos como uma forma de controlar infratores sem agressividade e de evitar processos por lesões corporais, mencionando o art. 129 do Código Penal Brasileiro. Trata-se da explicação institucional da fonte, e não de uma garantia de resultado operacional ou jurídico.

Métodos e práticas

A proposta descrita pelo CATI é buscar métodos de eficácia comprovada e aprimorar sua eficiência. O original relata uma avaliação ao final dos treinamentos táticos na qual o profissional de segurança é submetido a estresse, medo e raiva, sem oportunidade de recorrer ao raciocínio ponderado. Busca-se avaliar as respostas assimiladas quando o aluno está no limite emocional. São testados tanto os conhecimentos adquiridos quanto a prontidão necessária à atuação profissional segura.

A principal finalidade dessa avaliação é analisar a reação do aluno diante de situações de ansiedade, medo, raiva e perigo. No exercício final, ele deve demonstrar segurança e domínio das técnicas aprendidas durante o curso.

A preparação é descrita como prévia e gradual, com aumento da tensão em simulações de situações policiais, como o chamado “estouro de aparelho” e o resgate de reféns confinados em locais de difícil acesso ou de perigo aparente. São cenários que exigem raciocínio lógico e rápido, além de ações inteligentes e objetivas. O inesperado é empregado para avaliar respostas firmes e eficazes. O original apresenta essa avaliação como inédita e exclusiva no Brasil e afirma que seus critérios se baseiam em estudos psicológicos realizados por médicos e psicoterapeutas formados no Japão e nos Estados Unidos. Essas afirmações permanecem atribuídas à fonte histórica.

Imagem publicada no site CATI de origem. Acervo institucional.
Imagem publicada no site CATI de origem. Acervo institucional.
Imagem publicada no site CATI de origem. Acervo institucional.
Imagem publicada no site CATI de origem. Acervo institucional.

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